A minha vida é-me tão estranha...
Ontem queria ir comer fora
Primeiro argumento para ir jantar:
Era que estava de folga...
Uma saída seria o normal para ter alguma “experiência” que não a do trabalho.
Em seguida, o facto do jantar em casa, ser contra o meu paladar e logísticamente, pouco para saciar a minha fome.
Em seguida, ponho-me a pensar no dinheiro que teria de gastar para comer qualquer coisa feita, fora de portas. Cheguei a conclusão que valia a pena.
Pois ia-me distrair por certo, ia satisfazer a necessidade de fome que sentia e ia agradar-me um paladar á minha escolha.
Mas depois vem o outro lado, que é … onde…
Onde… e com quem…
Com quem então foi o mais difícil, o André doente, ia para casa, foi a minha primeira opção pois precisava de me distrair, e ninguém melhor que o meu melhor amigo louco para me fazer distrair e ocupar a cabeça, mas não podendo, desisti logo ai de ir, mas depois como nada daquilo que decido é para levar a sério. Acorre-me a ideia, o Fernando…que não da notícias desde sábado, e eu como quem é sentimentalmente inteligente, senti necessidade de estar com ele, pois então mandar-lhe-ia uma mensagem para saber se queria ir jantar comigo. Logo depois pensei que não agi bem com ele e que provavelmente não deve estar muito disposto a tal, e depois como fundamento para o não convidar, o dinheiro toca á memoria, e o jantar em casa apronta-se a minha frente, assim parece que esta odisseia de fundamentos, opções, desejos e necessidades caiem por terra.
E caiu.
Nada fiz, e tudo pensei.
É assim que sou, um ginasta mental e um factual conformado.
Primeiro argumento para ir jantar:
Era que estava de folga...
Uma saída seria o normal para ter alguma “experiência” que não a do trabalho.
Em seguida, o facto do jantar em casa, ser contra o meu paladar e logísticamente, pouco para saciar a minha fome.
Em seguida, ponho-me a pensar no dinheiro que teria de gastar para comer qualquer coisa feita, fora de portas. Cheguei a conclusão que valia a pena.
Pois ia-me distrair por certo, ia satisfazer a necessidade de fome que sentia e ia agradar-me um paladar á minha escolha.
Mas depois vem o outro lado, que é … onde…
Onde… e com quem…
Com quem então foi o mais difícil, o André doente, ia para casa, foi a minha primeira opção pois precisava de me distrair, e ninguém melhor que o meu melhor amigo louco para me fazer distrair e ocupar a cabeça, mas não podendo, desisti logo ai de ir, mas depois como nada daquilo que decido é para levar a sério. Acorre-me a ideia, o Fernando…que não da notícias desde sábado, e eu como quem é sentimentalmente inteligente, senti necessidade de estar com ele, pois então mandar-lhe-ia uma mensagem para saber se queria ir jantar comigo. Logo depois pensei que não agi bem com ele e que provavelmente não deve estar muito disposto a tal, e depois como fundamento para o não convidar, o dinheiro toca á memoria, e o jantar em casa apronta-se a minha frente, assim parece que esta odisseia de fundamentos, opções, desejos e necessidades caiem por terra.
E caiu.
Nada fiz, e tudo pensei.
É assim que sou, um ginasta mental e um factual conformado.
1 Comments:
Oi..
Gostei de ler seu blog, e gostei das suas idéias ;)
Se quiser passa no meu blog também
http://palavrasnunca.blogspot.com/
E.. gostei do teu post "Como estou ? bem eu..." Queria saber se posso usar pra fazer minha próxima montagem no meu blog??
Abraços
By
Unknown, at 4:22 da tarde
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